Quando uma pessoa tem a convicção e a paixão por exercer alguma atividade, diz-se que essa pessoa tem uma vocação. Por outro lado, a ideia de serviço no sentido geral da palavra, refere-se à atitude de servir, ou seja, de manter uma atitude de empatia com o próximo. Assim, o conceito de vocação de serviço refere-se à inclinação vocacional orientada para atender as necessidades do outro.

SERVIÇO & VOCAÇÃO

GRUPO CORAL PAROQUIAL PE. ÂNGELO FERREIRA PINTO

A 5 de outubro de 1973, nasce, pela mão do Pe. Ângelo Ferreira Pinto, então pároco de S. Mamede de Perafita, o Grupo Coral Paroquial de Perafita, constituído por cerca de 50 elementos, com o objetivo principal de animar as celebrações litúrgicas da Paróquia e, assim, ajudar toda a comunidade a celebrar a sua Fé de uma forma mais intensa. A 21 de novembro do mesmo ano, apresenta-se pela primeira vez em público. 

 

Os ensinamentos do fundador aliados à boa vontade dos elementos do grupo contribuíram decisivamente para o gosto geral pelo Canto. Dessa forma, a participação em encontros regionais e nacionais e a animação de cerimónias religiosas fora da paróquia passaram também a fazer parte do seu trabalho regular. 

 

Em Abril de 2001, a convite do Coro Tibério-Franco (Açores), participou no Festival de Coros da Ilha Terceira, nos Açores, tendo alcançado muito êxito. A 14 de Setembro desse mesmo ano foi distinguido pelo jornal Matosinhos Hoje com o prémio Manuel Seabra. 

 

No seu trigésimo aniversário propôs-se diante da comunidade a que serve passar a chamar-se Grupo Coral Paroquial Pe. Ângelo Ferreira Pinto, homenageando assim aquele que foi o pai de tão arrojado projeto.

 

Desde 1975, data da criação do movimento Encontro de Coros da Vigararia de Matosinhos, participa assiduamente em todos os encontros. 

 

Em 2017, participou no Encontro de Coros na Basílica do Sameiro, Braga.  Animou por diversas vezes celebrações transmitidas pela rádio, bem como pela Rádio Televisão Portuguesa (RTP).

 

Atualmente, quase com 50 anos de existência, este grupo trabalha regularmente uma ou duas vezes por semana cumprindo a proposta inicial de animar as celebrações litúrgicas da paróquia, apresentando-se igualmente em concertos e outras cerimónias. 

 

Desde o falecimento do fundador, em 1997, e até setembro de 2018 assume a direção artística o Prof. Emanuel Pacheco que, desde 1986 vinha a colaborar com o mesmo.
Seguidamente, o grupo esteve a cargo de Rúben Fernandes, na direção artística.

 

No presente, a direção deste grupo está a cargo de Pedro Maia.  

Ensaios regulares à quarta-feira na Igreja Matriz