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Banco Alimentar 2018

 Ao longo da história da humanidade, já existiram muitos modelos de sociedade, no entanto, ainda não houve um único que garantisse a plena satisfação das necessidades dos seus cidadãos.

 

 Mesmo no chamado Primeiro Mundo, onde Portugal, sem qualquer dúvida se insere, continua a haver necessidade de algum assistencialismo.

 Como povo inventivo que somos, temos procurado, no desafio de cada tempo, arranjar soluções para atenuar essas necessidades.

            

 Assim, em 1991, apareceu o Banco Alimentar contra a Fome.

 

 Todos os anos, milhares de voluntários, aos quais se juntam centenas de centenas de escuteiros, dão o seu contributo, na recolha de alimentos junto das grandes superfícies.

 

 No passado dia 1 e 2 de Dezembro, houve mais uma campanha de recolha, com a participação dos escuteiros do 608, junto da grande superfície no centro da nossa vila.

 

 A todos nós, enquanto católicos, é um desafio interessante, à nossa solidariedade, seja pelo voluntarismo de participar na recolha, seja pela contribuição através da doação de géneros.

 Este é o desafio da palavra missa, expressão que vem da expressão latina “ite missa est”, ou seja “ide em paz”, que não é um apelo à resignação, mas, a partir em missão fora do espaço físico da igreja. 

 Quem parte em missão, neste ano missionário, parte para colmatar as necessidades de quem precisa.

 

 Infelizmente, sabemos que não resolvemos o problema na sua génese, caso contrário, não seria necessário realizar estes eventos há tantos anos, no entanto, sabemos que fazemos a nossa parte paliativa na nossa sociedade. 

 Uma gota não enche um oceano, mas um oceano sem essa gota, será sempre um oceano mais pequeno.

 

Agrupamento 608

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