NOTÍCIA

ACAVE 2018

Porque a história lembra-nos os erros, devemos conhecer a história para evitar a sua repetição.

Em 1914, um conjunto de erros e a ambição de várias nações, conduziu a civilização à Primeira Guerra Mundial, envolvendo todos os continentes, pela primeira vez na história universal.

A 11 de Novembro de 1918, terminava oficialmente com um resultado de 9 milhões de soldados e 10 milhões de civis mortos e, cerca de 21 milhões de feridos.

Em 2018, celebramos 100 anos sobre o fim da barbárie dessa grande guerra.

Ao longo desses 100 anos, o escutismo procurou educar para a paz, seguindo as directrizes do seu fundador (Baden-Powell foi 2 vezes nomeado para o Prémio Nobel da Paz).

Assim, o 608, viveu este ano escutista um imaginário que evocava esse momento da história da humanidade com o lema: 100 anos à procura da paz.

A cereja em cima do bolo, como se usa dizer, foi atingida no Acave 2018 (Acampamento de Verão) que decorreu do dia 6 a 12 de Agosto, na Vila de Rossas, em Vieira do Minho. Terras muito aprazíveis.

Às 7h00 da manhã do dia 6 deAgosto, começaram a chegar os lobitos (6-10), exploradores (10-14), pioneiros (14-18), caminheiros (18-22) e animadores (22-∞), esperançados no melhor Acave de sempre.

Partiram, chegaram. Montaram tendas. Usaram o machado, o canivete, a serra, a sachola, a marreta, a espia...e construiram uma cidade de lona (hoje as tendas são mais sintéticas do que a lona de outros tempos).

Daí em diante, começaram a reviver 100 anos, década a década, dando ênfase a determinados eventos que proporcionaram dinâmicas cativantes junto das companhias (equipas verticais intergeracionais) que animaram as manhãs. Da parte da tarde, as secções viveram as suas próprias actividades típicas.

A felicidade do escuteiro é acampar, por isso, viveram felizes durante uma semana inesquecível.

Embora todo o Acave fosse bom, existiram pontos altos que importa destacar.

No sábado, tivemos a nossa eucaristia campal, co-celebrada pelo nosso Assistente (presença assídua durante a semana), Pe. José Barros e pelo Pe. Joaquim Santos, antigo membro e dirigente do 608. Durante a eucarisita, inseriu-se a sempre bela cerimónia de partida de um caminheiro. O João entrou aos 6 anos, fez todo o percurso até aos 22 anos e agora sente-se pronto para partir. Felizmente, iremos contar com ele como futuro animador.

À noite, tivemos o Fogo de Conselho (sem fogo real, por causa, do perigo de calamidade). Os escuteiros historiaram o seu Acave em pequenas peças, com a sempre alegre presença dos seus familiares que nos acompanharam no fim-de-semana. Foram evocadas 4 personalidades que nos apontam caminhos da paz e concluiu-se com uma dinâmica de paz que envolveu  roupa e balões brancos que se transforam em coloridos.

No dia seguine, as célebres passagens de secção que envolvem sempre uma lágrima no canto do olho.

A vida é assim, vamos envelhecendo, até os mais novos vão envelhecendo ao ponto de terem de transitarem de  secção (escalão etário).

Ficam as memórias e as diversas histórias.

Resta-nos agradecer ao nosso Assistente, aos familiares e aos animadores adultos que nos permitem a realização destes sonhos.

Um bem haja para todos vós e para o 608 Perafita.

Agr. 608

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